Rosi Campos já está gravando as cenas do filme "Os Sonhos de um Sonhador - A História de Frank Aguiar", que conta a história do cantor e político. A atriz vive Dona Zulmira, mãe de Frank, e atua ao lado de Nelson Xavier, que interpreta o pai dele, Chico das Dores.
O cearense Karim Aïnouz (O céu de Suely e Madame Satã) ganhou, juntamente com Marcelo Games, o prêmio de Melhor Direção no Festival do Rio, pelo filme Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo. Outro cearense vencedor no festival foi o ator Gero Camilo que ficou com o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante pelo trabalho em Hotel Atlântico, de Suzana Amaral.
Mas o grande vencedor da noite foi o filme paulista Os Famosos e os Duendes da Morte, primeiro longa-metragem de Esmir Filho (dos curtas Alguma Coisa Assim e Saliva). O filme levou os prêmios de Melhor Longa-Metragem de Ficção e o Prêmio Fipresci. Os vencedores do Troféu Redentor de 2009 foram anunciados na noite de quinta-feira, 8, no Rio de Janeiro.
O prêmio de Melhor Documentário foi dividido entre Dzi Croquettes, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, e Reidy, A Construção da Utopia, de Ana Maria Magalhães.
Olhos de Ressaca, de Petra Costa, foi eleito o Melhor Curta-Metragem. O prêmio de Melhor Ator foi para a dupla Chico Diaz e Luiz Carlos Vasconcelos, que protagonizou O Sol do Meio Dia, de Eliane Caffé.
O troféu de Melhor Atriz ficou com Nanda Costa por seu papel em Sonhos Roubados, de Sandra Werneck. Duas mulheres da equipe de Os Inquilinos (Os incomodados que se mudem), de Sergio Bianchi, levaram prêmios: Melhor Atriz Coadjuvante para Cássia Kiss, e Melhor Roteiro para Beatriz Bracher.
Tamboro, de Sérgio Bernardes, levou o Prêmio Especial de Júri, além de render a Renato Martins o prêmio de Melhor Montagem.
Fulvio Stefanini recebeu Menção Honrosa por sua participação em Cabeça a Prêmio, de Marco Ricca.
Veja a lista completa da premiação:
Melhor Longa-Metragem de Ficção: Os Famosos e Os Duendes da Morte, de Esmir Filho
Melhor Longa-Metragem Documentário: Dzi Croquettes, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, e Reidy, A Construção da Utopia, de Ana Maria Magalhães
Melhor Curta-Metragem: Olhos de Ressaca, de Petra Costa
Menção Honrosa: Sildenafil, de Clovis Mello
Melhor Direção: Karim Aïnouz e Marcelo Gomes, por Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo
Melhor Ator: Chico Diaz e Luiz Carlos Vasconcelos, por O Sol do Meio Dia
Melhor Atriz: Nanda Costa, por Sonhos Roubados
Melhor Atriz Coadjuvante: Cássia Kiss, por Os Inquilinos, de Sergio Bianchi
Melhor Ator Coadjuvante: Gero Camilo, por Hotel Atlântico
Melhor Roteiro: Beatriz Bracher, por Os Inquilinos, de Sergio Bianchi
Melhor Montagem: Renato Martins, por Tamboro, de Sérgio Bernardes
Melhor Fotografia: Heloísa Passos, por Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo e O Amor Segundo B. Schianberg
Prêmio Especial de Júri: Tamboro, de Sérgio Bernardes
Menção Honrosa: Fulvio Stefanini, por Cabeça a Prêmio
Melhor Longa-Metragem de Ficção de Voto Popular: Sonhos Roubados, de Sandra Werneck
Melhor Longa-Metragem Documentário de Voto Popular: Dzi Croquettes, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez
Fonte: O POVO
http://www.opovo.com.br/diversaoearte/917501.html
A animação "Tá Chovendo Hambúrguer" liderou as bilheterias brasileiras neste final de semana (de 2 a 4 de outubro) com o faturamento de R$ 2,3 milhões e um público de 213 mil espectadores, segundo o site FilmeB. O filme também entrou em cartaz na versão 3D, que obteve resultados superiores aos da versão convencional.
A animação da Sony, que estreou na sexta-feira, fez sucesso também nos EUA, onde arrecadou US$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição, e deixou comédia romântica "A Verdade Nua e Crua" no segundo lugar, com R$ 1,37 milhões de arrecadação.
Entre os outros três filmes que completam a lista dos cinco que mais faturaram neste fim de semana, dois também são comédias e um é animação. "Se Beber, Não Case" continua na lista como o terceiro que mais arrecadou, com R$ 835 mil, seguido de perto pela animação da Pixar "Up - Altas Aventuras", com R$ 833 mil. O nacional "Os Normais 2" completa lista na quinta posição com R$ 769 mil.
Fonte:
Site Estadao.com.br
SÃO PAULO - "Salve Geral", que estreou sexta-feira, 2, em circuito nacional, trata de forma ficcional um episódio real da história recente do Brasil, a exemplo de "Carandiru" (2002) e "Próxima Parada 174" (2007). Curiosamente, esses três filmes foram selecionados para representar o Brasil na disputa pelo Oscar de melhor filme estrangeiro, nos seus respectivos anos.
Dirigido por Sergio Rezende ("Zuzu Angel") a partir de um roteiro assinado por ele e Patrícia Andrade ("2 Filhos de Francisco"), "Salve Geral" vai buscar a sua razão de ser nos ataques realizados pelo PCC, em São Paulo, em maio de 2006. O diretor comentou, em mais de uma ocasião, que esse episódio é o 11 de Setembro da capital paulista, pois não apenas aterrorizou como mudou a vida dos habitantes da cidade.
Aqui, os ataques são um pano de fundo romantizado - quem estava em São Paulo naqueles dias quando policiais e civis foram assassinados, delegacias, lojas, agências bancárias depredadas e ônibus incendiados vai pensar que "Salve Geral" é a ficção simplificada da realidade. Não se espera um documentário de um drama, mas alguma verdade estampada na tela traria ao filme um pouco da força de que necessita.
Esse é um filme feito por pessoas que viram pela televisão como tudo aconteceu , mas não estavam em São Paulo. Por isso, a reconstrução não se parece em nada com o caos e o pânico que se instalaram na cidade. Detalhes apontam para a falta de atenção da produção. Num momento, a personagem Lúcia (Andrea Beltrão) cruza uma Avenida Paulista deserta, em plena tarde do domingo do Dia das Mães. Ao fundo é possível ver detalhes da decoração de fim de ano na fachada de um famoso conjunto comercial da cidade. São deslizes que transformarão o filme numa piada pronta para qualquer pessoa que estava na cidade naqueles dias de maio de 2006.
Outro problema de "Salve Geral" é a falta de foco. Ora ele é a história de Lúcia, ora é a história de membros do crime organizado, dentro e fora dos presídios. O filme segue numa crise de identidade com duas linhas narrativas frouxas. Às vezes, mergulhamos no submundo com a ajuda da protagonista, cujo filho, Rafa (o estreante Lee Thalor), foi preso em maio de 2005, depois de matar acidentalmente uma pessoa.
Seria mais interessante entrar no filme pelos olhos de Lúcia, mãe de classe média jogada na realidade dos presídios e do mundo que ela desconhecia. Toda a descoberta da personagem seria também nossa, ficaríamos horrorizados como ela, ao ver aquilo tudo que só conhecia pelas notícias. Mas "Salve Geral" também quer dar conta dos bastidores do poder - o oficial e também daquele que rege as facções criminosas. Vemos - mas Lúcia não - disputa pelo comando, traições dentro do próprio grupo, execuções e manipulações.
Temos mais informação que a protagonista, mas isso não ajuda muito o longa a criar uma tensão, pois as ações soam calculadas e calculistas apenas por razões narrativas.
Numa das visitas ao filho, Lúcia conhece uma advogada chamada apenas de Ruiva (Denise Weinberg), que trabalha para a facção criminosa cujos líderes estão encarcerados. Figura ambígua, essa advogada sempre falastrona e pragmática faz de Lúcia sua cúmplice involuntária.
Quando a protagonista realmente dá por si, ela já faz parte da facção levando e trazendo recados para presos e se tornando amante de um dos líderes, conhecido como Professor (Bruno Perillo).
Essa narrativa caminha em passos truncados até o clímax, no Dia das Mães de 2006, quando acontecem os ataques a São Paulo. Muita coisa no filme parece depender da boa vontade do público em aceitar ações sem muita veracidade. É até fácil entender a forma como o Professor seduz Lúcia jogando seu charme, uma fala doce e dando a atenção que falta à vida da personagem, mas a forma como ela se entrega soa mais como uma manobra de roteiro negando à personagem sua dignidade. Já os presídios de "Salve Geral" não se parecem com aqueles que vemos todos os dias nos noticiários.
Ao longo de sua carreira de quase 30 anos, Rezende fez diversas ficções baseadas em fatos e/ou personagens reais - as mais conhecidas são "O Homem da Capa Preta" (1986), "Lamarca" (1994) e recentemente "Zuzu Angel" (2006). Em comum, todos têm interpretações primorosas de seus protagonistas, José Wilker, Paulo Betti e Patricia Pillar, respectivamente. Em "Salve Geral", não é diferente. Andrea Beltrão e Denise Weinberg são o grande atrativo.
Até o momento, se "Salve Geral" tem ou não chance de uma indicação ao Oscar é pura especulação. O filme depende muito de lobby e uma campanha forte nos Estados Unidos. Até fevereiro do próximo ano, quando saem as indicações, o filme poderá ser lembrado como aquela ficção livremente inspirada num fato real. Alysson Oliveira, do Cineweb.
Fonte:
REUTERS
Site : www.estadao.com.br
Projeto cinematográfico já retratou Paris e Nova York.
'Fazer um curta será um desafio’, diz o diretor de ‘Tropa de elite’.
Com uma mistura de personagens inseridos digitalmente (os aliens) e atores reais, a história fala quase que exclusivamente ao público infantil
Foi divulgado pelo jornal britânico Daily Mail que o filme baseado na série "Friends" finalmente sairia do papel, pegando carona no estrondoso sucesso do filme também baseado em série "Sex and The City", cuja continuação já está sendo gravada. A informação foi dada por James Michael Tyler, que interpretou Gunther no seriado. "O filme definitivamente vai sair. Mantenho contato com a maioria dos atores e eles me disseram que realmente estão interessados na produção", disse ele então.
No último fim de semana, a comédia brasileira “Se Beber não case”, arrecadou 1,9 milhões de reais liderando as bilheterias dos cinemas brasileiros. O filme conta a história de quatro amigos, que buscam recostituir uma despedida de solteiro em Las vegas, atrás de um noivo que se perdeu durante a festa. A comédia tem sido uma das produções mais lucrativas do cinema norte americano.